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Configurando codecs no Windows (Atualizado)

O primeiro post real do blog teve uma imagem de Amagami também lol.

Se você leu meu artigo sobre o High 10 Profile do H.264 (mais conhecido como Hi10p) então sabe que isso é mais ou menos recente e que o suporte tanto em software como em hardware (principalmente) ainda não é perfeito, mas está melhorando bastante. Tanto no Linux como no Mac OSX você tem poucas opções: ou usa o mplayer2 ou uma versão recente do VLC ou algum outro player baseado em um ou outro ou no ffmpeg/libav (que é a base dos dois anteriores de qualquer jeito). No Windows você tem muito mais opções (a maioria ainda baseada no ffmpeg/libav, mas algumas outras independentes como o CoreAVC), mas ao invés disso facilitar complica ainda mais a escolha. O CCCP por exemplo, funciona de forma praticamente plug-and-play, mas pelo menos no meu sistema ele demora um pouco para carregar os vídeos e durante o avanço/retrocesso, coisa de poucos segundos mas irritante.

Nesse artigo/tutorial vou ensinar vocês a configurar três softwares para trabalharem juntos e dar a melhor experiência de vídeo (IMHO) no Windows (em qualquer tipo de arquivo, não só com Hi10p). A mágica se dará com eles: Media Player Classic Home Cinema (MPC-HC) será nosso player de vídeo, por ser leve, em código-aberto e extremamente poderoso. Como pacote de codecs entra o LAV Filters, que combina os codecs de áudio e vídeo mais os splitters do projeto ffmpeg além de permitir decodificação de vídeo usando a GPU usando DXVA2, NVIDIA CUDA ou Intel QuickSync para aqueles que gostam de ver a CPU trabalhando pouco. O último da lista é o madVR: ele é uma plugin de saída de vídeo, ou seja, serve para transferir o que foi decodificado para a tela. A vantagem de usar ele em relação a outros plugins de saída é que ele tem foco na alta qualidade de imagem e tenta evitar drivers problemáticos ou outros problemas causados por “interferência externa”.

Observação: esse guia ficou mais complexo que eu imaginava na primeira vez. Para cada novo problema que tive (erros em alguns typesettings com legendas .ASS,  falta de ordered chapters, etc.) tive que expandir ele de pouco em pouco de modo que hoje esse guia é um monstro. Ele ainda é válido, eu ainda uso ele para conseguir a melhor performance/qualidade, mas sei que para o usuário médio talvez ele não valha a pena mais. Além disso, o suporte a Hi10p nos últimos tempos melhorou muito. Estou testando o VLC bastante ultimamente e devo dizer que o último grande update (2.0) tornou ele realmente usável, mesmo que você seja um fã de animes (quem é da cena sabe que o VLC já deu muita dor de cabeça para os fansubbers). Então hoje eu recomendo o VLC (mas por favor, se você usa qualquer outra versão antes da 2.0 atualize IMEDIATAMENTE). O MPlayer2 para Windows também ficou bem mais simples de instalar graças as compilações do lachs0r. E como já disse várias vezes aqui, se você não quiser trabalho simplesmente instale o CCCP. Até recomendaria o Windows 7 Codecs mas eu nunca testei ele e tenho a impressão que o desenvolvedor não tem ideia do que faz (ele incluiu TODOS os splitters possíveis, o CCCP inclui 2 mas desativa um por padrão e não oferece nenhuma facilidade para ativar o segundo para evitar que o usuário faça cagadas).

Atualização (23:33, 12/08/2012): o xy-VSFilter agora inclui um instalador, então a parte de instalação foi atualizada. Nova seção opcional: “Ordered Chapters no contêiner Matroska”.

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O Android 4.0 suporta USB Mass Storage, quem não suporta é o Galaxy Nexus

MTP e Android 4.0

O lançamento do Galaxy Nexus gerou uma certa polêmica depois que os primeiros reviews concluíram que o aparelho não tinha suporte ao famoso USB Mass Storage (UMS), que permite você montar um dispositivo de armazenamento USB como um disco local. Isso causou uma certa polêmica na época, porque usar o UMS é muito mais simples do que ficar dependendo de algum aplicativo externo para transferir dados com o aparelho.

No Reddit, um engenheiro do Google que atende pelo nickname de morrildl (Dan Morril), explicou o porque o Galaxy Nexus suportar apenas o Media Transfer Protocol (MTP) para transferência de arquivos. Para quem não conhece, o MTP é um formato criado pela Microsoft (antes que alguém pergunte, ele é devidamente padronizado) com o objetivo de facilitar a transferência de arquivos de mídia entre dispositivos.

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Lançado: MPlayer2 2.0

Já falei desse projeto, um fork do MPlayer original feito pelo Uoti Uopala e mais alguns desenvolvedores. Agora, o MPlayer2 chega na sua primeira versão estável (detalhe, antes mesmo do projeto mãe). Links para download:

Binários (experimentais):

Windows x86 (FTP)

Mac OS X x86 (FTP)

Linux x86 (FTP) (xz/FTP)

Linux x64 (FTP) (xz/FTP)

Todos os binários são compilados estaticamente, o que significa que não é necessário baixar nenhuma dependência (no caso das versões para Linux, o único requerimento é que você tenha o glibc versão 2.7 ou superior para as versões x86 e glibc versão 2.11 ou superior para as versões x86-64). Se você baixou a versão para Linux compactada em xz e não conseguiu descompactar, baixe a versão bz2 ou instale o pacote xz na sua distro.

Os binários não incluem todos os recursos que o mplayer2 oferece (afinal, são MUITOS), o que pode ser contornado compilando o programa e adicionando bibliotecas extras (como libbluray para o suporte de mídias Blu-Ray decriptadas), mas devem ser suficientes para a maioria dos usuários. Em especial, as versões do Mac OS X e Windows são instáveis, então espere por bugs.

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Samsung R480, um notebook interessante (Atualizado)

Vou postar aqui o review que fiz da minha mais nova aquisição, o notebook Samsung R480. Já tinha postado isso no ForumGDH (hoje hardware.com.br), mas teve pouquíssimos hits e nenhum comentário. Isso provavelmente não vai ser muito diferente aqui, mas pelo menos fica para referências futuras, não é mesmo :) ?

Passou uma semana desde que publiquei esse review lá (dia 03/02/2011) e mais de duas semanas que estou com o notebook e percebi que ele realmente tem tudo que eu preciso em relação a capacidade computacional. Estou pensando em me desfazer do meu desktop agora (um Core 2 Quad Q6600, Asus P5Q, NVIDIA GeForce 9600GT, 4GB de RAM DDR2; interessados, vocês sabem onde me encontrar ;) ), até porque no meu desktop não dá para usar dois monitores a não ser que eu adquira mais um (e sério, trabalhar com dois monitores é completamente FTW).

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Como viver sem anti-vírus?

Essa é a continuação desse post. Agora que eu removi o anti-vírus do meu computador, como me manter protegido? Neste post eu dou algumas dicas importantes de como evitar malwares em ambientes Windows (apesar de algumas dicas valerem em outros sistemas operacionais também).

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5 motivos para não se utilizar anti-vírus

Com o crescimento da Internet cada vez mais pessoas passaram a usar anti-vírus, um legado trazido da época em que o Internet Explorer 6 era o rei absoluto dos browsers, com marketshare de mais de 90%. Também era quando ele tinha mais buracos que um queijo suíço metralhado, e o simples fato de usá-lo para entrar em alguns sites de pr0n era o suficiente para seu computador ficar lotado de malwares.

Porém, com o crescimento do Mozilla Firefox e outros browsers, assim como as versões mais recentes do Internet Explorer, além das novas versões do Windows (Vista e 7), a Internet se tornou um lugar muito mais seguro, de modo que o único jeito de se pegar um vírus (desde que você mantenha seu PC atualizado, é claro) é realmente baixá-lo e executá-lo. Por esses e pelos outros 5 motivos abaixo, vou mostrar o porque o anti-vírus é algo desnecessário. Em outro futuro post vou mostrar como se proteger num mundo sem anti-vírus.

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