Posts Tagged ‘ Linux ’

Novo fork do mplayer: mpv-player

Antes que me perguntem: sim, eu gosto de conhecer players de vídeo novos. Quando eles são um fork do meu player preferido (vulgo mplayer2), melhor ainda.

O mpv vem para resolver um problema que todos que acompanham o projeto do mplayer2 conhecem: falta de contribuições. Basicamente só o Uoti Urpala (principal desenvolvedor) e mais meia dúzia de gato pingado que commitam no repositório regularmente. Mas mesmo esse “regularmente” tem sido, aparentemente, quando os desenvolvedores estão inspirados. Se você olhar o repositório do projeto os últimos commits foram dia 09/03 e desde então nada.

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Usando o Kwallet com ssh-agent

Gerenciar senhas SSH pode ser meio chato, principalmente se você as usa com frequência (se faz commits com frequência em algum repositório Git deve entender isso). O Gnome oferece o excelente Gnome Keyring que torna esse processo muito mais simples (e praticamente automático), mas o KDE não oferece nada parecido. Porém, usando ksshaskpass podemos integrar nossa senha do SSH ao Kwallet, o que ainda não chega a ser tão transparente como o Gnome Keyring mas já ajuda bastante.

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NVIDIA+Linux: dor de cabeça na certa…

Nas palavras do próprio Linus Torvalds…

Eu comentei a um tempo atrás como andava o driver aberto da NVIDIA (nouveau), criado pelo esforço heroico de alguns desenvolvedores que fazem engenharia reversa nos drivers oficiais (já que a NVIDIA não libera nenhuma documentação oficial). Mas o post já é meio antigo e tanto o binário (fechado) oficial quanto o driver aberto evoluíram bastante. Mais interessante ainda é como em algumas partes os drivers da NVIDIA (em especial o fechado) conseguiram regredir ao invés de avançar. Esse é um post desabafo depois de perder algumas horas tentando ter um sistema “são” usando uma GPU da NVIDIA. Não se assustem se vocês verem o X.org sendo xingado aí no meio: ele tem boa parte da culpa.

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O Android 4.0 suporta USB Mass Storage, quem não suporta é o Galaxy Nexus

MTP e Android 4.0

O lançamento do Galaxy Nexus gerou uma certa polêmica depois que os primeiros reviews concluíram que o aparelho não tinha suporte ao famoso USB Mass Storage (UMS), que permite você montar um dispositivo de armazenamento USB como um disco local. Isso causou uma certa polêmica na época, porque usar o UMS é muito mais simples do que ficar dependendo de algum aplicativo externo para transferir dados com o aparelho.

No Reddit, um engenheiro do Google que atende pelo nickname de morrildl (Dan Morril), explicou o porque o Galaxy Nexus suportar apenas o Media Transfer Protocol (MTP) para transferência de arquivos. Para quem não conhece, o MTP é um formato criado pela Microsoft (antes que alguém pergunte, ele é devidamente padronizado) com o objetivo de facilitar a transferência de arquivos de mídia entre dispositivos.

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Fazendo o pinguim voar: o pf-kernel

Prepare-se para a largada

Uma das grandes vantagens do fato do Linux ser em código-aberto é que qualquer programador (com bastante experiência) com uma ideia na cabeça pode ir lá e fazer modificações nele. Talvez elas não sejam aceitas na versão oficial do kernel, mas nada impede de ele manter uma versão separada com suas modificações. É isso que o polêmico desenvolvedor do kernel, Con Kolivas, faz, criando uma série de patches para o kernel Linux que por uma ou mais razões não são aceitas na árvore principal de desenvolvimento (incluindo o fato das vezes ele mesmo não querer isso).

Eu nunca fui muito fã dessas modificações pelo fato delas adicionarem mais complexidade na hora de manter o sistema, mas resolvi testar uma coleção de patches conhecido como pf-kernel. Eu tenho que admitir, fiquei espantado com o ganho de resposta do sistema. Nesse artigo, descrevo um pouco mais sobre o que esse kernel tem de especial e como instalá-lo no Arch.

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Uma breve passagem pelo Fedora 15

Freedom. Friends. Features. First.

Minha instalação do Arch no Samsung R480 de uma hora para outra quebrou. O problema era na GPU: vira e mexe começava a aparecer uns artefatos na tela se eu usasse o KWin (compositor de tela do KDE) com OpenGL por muito tempo, porém era apenas reiniciar que as coisas voltavam ao normal. Mas ultimamente a coisa ficou muito pior: os artefatos apareciam logo que eu iniciava o sistema e não conseguia abrir nenhum tipo de vídeo (os players, qualquer um, davam segfault). Pensei até que tinha fritado minha GPU, mas mesmo estressando minha GPU com o FurMark no Windows ela não exibia um sinal de instabilidade.

Sem saber a causa do problema (os pacotes pareciam íntegros e nenhum problema aparente de configuração) era hora de passar a borracha e reinstalar. Aproveitei esse meio-tempo para instalar o Fedora, distro que admiro a algum tempo pela sua política de segurança e pioneirismo e fazia alguns anos que não a testava (última versão que usei foi a 12), então resolvi baixar a ISO e brincar um pouco. Esse post é um relato dessa experiência
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Seja bem-vindo, Kernel 3.0 [Atualização: kernel lançado+FAQ]

Bem-vindo a versão 3.0, Tux

E com o commit de hoje, o Linus Tovarlds confirmou o que já era quase certo (considerando a boa recepção dos desenvolvedores do Kernel): a próxima versão do Linux carregará o título de 3.0. Internamente, nada muda (o Kernel 3.0 será o 2.6.40, sem tirar nem por), mas a nova nomenclatura simplifica a numeração e ajuda aos mais leigos a entenderem o que de fato muda em cada versão do Linux.

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