Arquivo de janeiro \27\UTC 2011

O Sony PSP2 (ou pode chamá-lo de NGP, por enquanto)

Logo que o Nintendo 3DS foi anunciado já começaram a surgir os primeiros rumores do sucessor do seu concorrente. Depois surgiu a notícia do PSPhone (tento sempre ser imparcial aqui, mas aquilo foi ridículo), diversas pessoas se perguntaram se aquele de fato era o futuro do PSP. Fazia sentido: o mercado de portáteis tende a se convergir nos celulares (alguém aí se lembra dos PDAs?) e a a própria Nintendo vê a Apple como uma ameaça. Pensando por esse lado investir num celular de uma plataforma consolidada como o Android é muito mais seguro que investir numa nova geração de portáteis.

De qualquer maneira, a Sony não poderia ficar para trás. O PSP é um console relativamente bem-sucedido. Ele vende muito bem (às vezes mais que o DS) e foi provavelmente o único console portátil que conseguiu tirar a hegemonia da Nintendo nessa área. Ok, a venda de software não é lá das melhores (os desenvolvedores culpam a pirataria, mas o DS também tem e vende bem mais), mas o fato é que a Sony conseguiu criar uma plataforma lucrativa. Então sim, era óbvio que a Sony investiria mais nesse mercado, e os rumores acabaram hoje com o anúncio do PSP2, ou como a Sony prefere chamá-lo, NGP (Next Generation Portable).

O lindo e grande (MUITO grande) NGP

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Campus Party 2011, dias 5 e 6

Steve "iWoz" Wozniak assinando meu livro

Vocês talvez estejam se perguntando porque eu juntei os tópicos dos dias 5 e 6. Simples, não fiz muita coisa em ambos os dias e no resolvi virar o dia 5 para aproveitar mais o último dia de Campus Party, então não deu tempo de escrever um post separado.

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Campus Party 2011, dia 4

Momento Telefônica de hoje: Steve Crocker

Mais um dia de Campus Party. Hoje foi dia de dormir um pouco mais para compensar três dias dormindo pouco (menos de 4 horas), então acabei dormingo 5 horas da manhã e acordando quase meio-dia. Não que tenha sido realmente ruim, não tinha muita coisa interessante de manhã (não para mim).

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Campus Party 2011, dia 3

O lendário John "Maddog" Hall e eu

Final do terceiro dia da Campus Party 2011, mais um post de impressões. Comecei o dia com um troll do estande de robótica. Explico, hoje era para ter uma oficina de robótica usando Arduino e sucata, além da continuação da oficina de ontem que também envolve Arduino mas tem o objetivo de construir um robo para competir no sábado (e que infezlimente não estou participando, vide o post de terça).

O problema é que a o palestrante da segunda estava bem atrasado (aliás, nem sei se ele chegou) e o da primeira trollou todo os grupos não dando os materiais prometidos nem imprimindo os circuitos, ou seja, perdi meu tempo. Nesse meio tempo, um cara da NASA deu uma palestra (em inglês) sobre seus experimentos nos Pólos (Norte e Sul). Bem interessante, pelo menos a parte que eu conseguir entender (muito sono).

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Campus Party 2011, dia 2

#Apagão na Campus Party 2011

Segundo dia de Campus Party, mas obviamente não passou sem problemas: o fato da minha agenda estar travada desde que a Campus Party começou fez eu perder várias palestras interessantes. Na verdade, só peguei uma, sobre o software livre de Business Intelligence (BI) Pentaho. Muito interessante, apesar de ser uma palestra mais voltada a área de TI que realmente SL.

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Campus Party 2011, dia 1

Fila para entrar na área das barracas. Mais de uma hora perdida só aí.

E finalmente começou a Campus Party 2011. Finalmente mesmo: depois de uma grande enrolação na fila e tumulto na hora de cadastrar o pessoal (graças a grande desorganização do evento), as primeiras caravanas entraram com quase 1 hora de atraso (isso incluindo a minha, Caravana de Rio Preto). Como se isso não fosse o bastante, a distribuição de barracas foi um desastre, com uma clara falta de marcação da sessões (que confundiu muitos campuseiros) e divisão sem sentido em alguns casos.

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Uma oportunidade para o *nix crescer em desktops?

Mais de 85% dos desktops hoje rodam com Windows. O crescimento do Windows 7 nos PCs é acelerado, e de acordo com algumas pessoas o Linux falhou em conquistar os usuários na única oportunidade que teve: durante o ciclo de vida do Windows Vista. Ou seja, mesmo depois dessa excelente oportunidade o Linux continua amargando uma faixa de cerca de 1% do mercado de desktops.

Já um outro sistema Unix anda tendo um crescimento acelerado, o Mac OSX. Isso se deve em grande parte ao sucesso dos dispositivos mobiles da Apple, como o iPod, iPhone e iPad. Mas muitos usuários de Mac OSX ainda instalam Windows em suas máquinas por meio do Boot Camp. Isso é compreensível: por mais que o Mac OSX seja sedutor e divertido, o mundo é feito para os usuários de Windows. Existem muito mais aplicativos disponíveis no mundo Windows, o suporte em praticamente qualquer serviço que você adquira é somente para Windows, e caso você tenha problema existem muito mais “técnicos” que saibam mexer nesse sistema. Mas com a adição de um fator de mudança, talvez isso mude. Leia mais

O fail completo da Sony (Atualizado)…

GeoHotz, o famoso hacker do iPhone ataca o PS3

Qual o console mais seguro da geração? Todo mundo sabe que o Wii é mais furado que um queijo suiço depois de tomar tiros de espingarda. Você pode até escolher qual o melhor jeito de rodar homebrews nele, seja por Custom Firmware (CFW), desbloqueios por modchip ou uma das diversas falhas que afetam o console. O Xbox 360 só teve sua segurança quebrada de forma efetiva uma vez, no famoso bug dos JTags. Quem aproveitou pode rodar qualquer tipo de jogo (incluindo o Xbox Arcade) e homebrews, além de Dashs (como é conhecido o menu do Xbox) modificadas. Quem não conseguiu ainda tem a opção de destravar o console usando um firmware do drive de DVD-ROM modificado, para rodar jogos “piratas” (e somente isso). Ah, recentemente a Microsoft até conseguiu tirar a alegria dos tapa-olho com o novo sistema de segurança AP2.5, mas foi por pouco tempo.

Por muito tempo o PS3 era intocável. Surgiu um bug no infame OtherOS, e a Sony logo cuidou de remover essa funcionalidade. Depois surgiu o PS3 Jailbreak e seus inúmeros clones. Funciona, mas era um método extremamente incômodo, já que era necessário ter um PS3 no firmware 3.41 ou anterior, o infame dodge USB, desligar o console, apertar o botão POWER e logo depois o RESET. Com alguma sorte, a luz do dodge acendia e você podia enfim rodar seus jogos “alternativos” e homebrews. Um update e a Sony acabou com a festa. Logo depois surgiram os downgrades, que a Sony corrigiu com mais um update. E assim a scene ficou, por um curto período de tempo, quieta…

Nos portáteis, mais uma vez a Nintendo escorrega. Para o DS original e Lite existem mais modelos de flashcard que cores diferentes de DS. Para o DSi e seus descendentes como o XL a briga passou ser de gato e rato, com a Nintendo atualizando seu console e os hackers atualizando o firmware dos seus flashcards em seguida. E aparentemente a Nintendo perdeu por cansaço, assim como ocorreu no Wii (faz tempo que ambos não tem um update). Já no PSP a Sony parecia ter finalmente conseguido parar os hackers com o PSP-3000 e o Go. O Total_N00b, depois de muito tempo conseguiu desenvolver um HEN (Homebrew Enabler) que permitia o acesso completo ao kernel do PSP na versão 6.20, e com ele veio o consequente ISO Loader, que permite a execução de jogos piratas. Mas isso era só o começo…

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